sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Ola, apartir de agosto estarei compartilhando fotos, artigos, etc .. materiais referentes a faculdade de Design de Moda...
Este artigo escrevi para aula da Marion, no 3° semestre...
Crianção do Smoking feminino por Yves Saint Laurent
Yves Saint Laurent (1936-) é um dos nomes mais importantes da alta-costura do século 20. São mais de 40 anos de carreira, mais de 70 coleções de alta-costura e uma infinidade de produtos que levam sua marca e são vendidos em toda parte do mundo. Recentemente, o estilista deixou o mundo da moda. Ele anunciou sua aposentadoria e apresentou seu último desfile em janeiro de 2002 numa retrospectiva de suas criações - um show de elegância e o fim do glamour que a era YSL emprestava à alta-costura.
"LeSmoking" Sem dúvida, o smoking feminino, apresentado pela primeira vez em 1966 com uma blusa transparente e uma calça masculina, é a marca de Yves Saint Laurent. Depois disso, o traje passou a desfilar em todas as coleções do estilista.
Entre todas as suas criações, "le smoking", como foi chamado, sinalizava uma mudança na forma como as mulheres se vestiriam dali por diante. A liberdade dada por Chanel agora ganhava poder com o novo traje e tudo o que ele representava - uma nova atitude feminina. Para a inglesa Suzy Menkes, editora do "International Herald Tribune", o smoking foi transformador: "Hoje as mulheres andam normalmente de terno e calça comprida. Isso parece normal, cotidiano, mas na época a mulher era proibida de entrar num restaurante ou num hotel. O smoking, usado até hoje, foi uma provocação sexual, dirigido à mulher que queria ter um outro papel."
http://almanaque.folha.uol.com.br/saintlaurent.htm
Este artigo escrevi para aula da Marion, no 3° semestre...
Crianção do Smoking feminino por Yves Saint Laurent
Yves Saint Laurent (1936-) é um dos nomes mais importantes da alta-costura do século 20. São mais de 40 anos de carreira, mais de 70 coleções de alta-costura e uma infinidade de produtos que levam sua marca e são vendidos em toda parte do mundo. Recentemente, o estilista deixou o mundo da moda. Ele anunciou sua aposentadoria e apresentou seu último desfile em janeiro de 2002 numa retrospectiva de suas criações - um show de elegância e o fim do glamour que a era YSL emprestava à alta-costura.
"LeSmoking" Sem dúvida, o smoking feminino, apresentado pela primeira vez em 1966 com uma blusa transparente e uma calça masculina, é a marca de Yves Saint Laurent. Depois disso, o traje passou a desfilar em todas as coleções do estilista.
Entre todas as suas criações, "le smoking", como foi chamado, sinalizava uma mudança na forma como as mulheres se vestiriam dali por diante. A liberdade dada por Chanel agora ganhava poder com o novo traje e tudo o que ele representava - uma nova atitude feminina. Para a inglesa Suzy Menkes, editora do "International Herald Tribune", o smoking foi transformador: "Hoje as mulheres andam normalmente de terno e calça comprida. Isso parece normal, cotidiano, mas na época a mulher era proibida de entrar num restaurante ou num hotel. O smoking, usado até hoje, foi uma provocação sexual, dirigido à mulher que queria ter um outro papel."
http://almanaque.folha.uol.com.br/saintlaurent.htm
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Geeentem, to escrevendo um artigo para a revista do Senac, vou compartilhar aqui....
Beijos Beijos
“Moda e Conhecimento: interfaces com as Ciências Humanas e a Comunicação”
A moda e a identificação do indivíduo na sociedade
Basta andar pelos grandes centros urbanos (ou não) que é possível se deparar com as difusões e bombardeios de estilos existentes hoje. Essas tribos, que estão espalhadas, porém sua maior concentração ocorre em cidades maiores, formam um conjunto de diversidades de escolhas, gostos, costumes, cultura, preferências, ideologias. Esses montantes de grupo, ou tribos, se diferenciam basicamente pelo habito de se vestirem a ponto de serem reconhecidos onde quer que estejam, ou para aqueles que não se enquadrem ao perfil de alguma tribo, seriam considerados pessoas com hábitos normais, que têm seu trabalho, vida social e cotidiano comum, porém não poderiam ser rotulados como membros de alguma tribo.
Não há como não falar de tribos urbanas se não falar de moda, e não há como falar de moda sem que não haja sensibilidades as transmissões de mensagens, estas não pronunciadas, daí a importância da escolha primordial da vestimenta, pois ela fala por você.
Ocorre nos dias de hoje, uma variedade infinita de opções de mercado de estilo, tal que logo você opta por algo que te faça sentir bem, que enquadre as suas qualidades e necessidades, a sua classe social, a sua cultura; Essa seria sua escolha para dizer quem você é, involuntariamente e inconscientemente, pois, no momento em que você entra numa loja, desejando ou não comprar algo, sua visão alcança de imediato aquilo que você gosta e se identifica, para que depois você realmente se decida se é compatível ou não, se esta ao seu alcance financeiro, se te faça sentir bem, se será aceita mediante a sua cultura. Esse trajeto feito por todos os consumidores hoje, passa por muitas aprovações das pessoas numa sociedade, o tempo todo.
Explicando por ai, que pessoas de baixa renda não têm poder para escolha de estilo, porém que se haja gosto para aceitarem o que podem comprar ou receberem. Mas não é difícil identificar estas pessoas, pois como o tempo todo, nós mesmo, e tantas outras milhares de pessoas que tomam a sociedade estão a aprovar o que outras pessoas vestem, acabamos impondo o que uma determinada pessoa, de baixa renda ou alta, se limita a vestir ou adquirir.
Essas nossas aprovações já faz parte da nossa cultura. Nós crescemos, aprendemos a nos socializar, nos misturamos com o que nos possa a ser interessante e nos adaptamos com padrões já pressupostos pela sociedade, cabendo a nós, a identificar, captar e entender somente com o olhar o que um indivíduo possa transmitir, apenas com um pequeno detalhe, a etiqueta presa a sua roupa.
Beijos Beijos
“Moda e Conhecimento: interfaces com as Ciências Humanas e a Comunicação”
A moda e a identificação do indivíduo na sociedade
Basta andar pelos grandes centros urbanos (ou não) que é possível se deparar com as difusões e bombardeios de estilos existentes hoje. Essas tribos, que estão espalhadas, porém sua maior concentração ocorre em cidades maiores, formam um conjunto de diversidades de escolhas, gostos, costumes, cultura, preferências, ideologias. Esses montantes de grupo, ou tribos, se diferenciam basicamente pelo habito de se vestirem a ponto de serem reconhecidos onde quer que estejam, ou para aqueles que não se enquadrem ao perfil de alguma tribo, seriam considerados pessoas com hábitos normais, que têm seu trabalho, vida social e cotidiano comum, porém não poderiam ser rotulados como membros de alguma tribo.
Não há como não falar de tribos urbanas se não falar de moda, e não há como falar de moda sem que não haja sensibilidades as transmissões de mensagens, estas não pronunciadas, daí a importância da escolha primordial da vestimenta, pois ela fala por você.
Ocorre nos dias de hoje, uma variedade infinita de opções de mercado de estilo, tal que logo você opta por algo que te faça sentir bem, que enquadre as suas qualidades e necessidades, a sua classe social, a sua cultura; Essa seria sua escolha para dizer quem você é, involuntariamente e inconscientemente, pois, no momento em que você entra numa loja, desejando ou não comprar algo, sua visão alcança de imediato aquilo que você gosta e se identifica, para que depois você realmente se decida se é compatível ou não, se esta ao seu alcance financeiro, se te faça sentir bem, se será aceita mediante a sua cultura. Esse trajeto feito por todos os consumidores hoje, passa por muitas aprovações das pessoas numa sociedade, o tempo todo.
Explicando por ai, que pessoas de baixa renda não têm poder para escolha de estilo, porém que se haja gosto para aceitarem o que podem comprar ou receberem. Mas não é difícil identificar estas pessoas, pois como o tempo todo, nós mesmo, e tantas outras milhares de pessoas que tomam a sociedade estão a aprovar o que outras pessoas vestem, acabamos impondo o que uma determinada pessoa, de baixa renda ou alta, se limita a vestir ou adquirir.
Essas nossas aprovações já faz parte da nossa cultura. Nós crescemos, aprendemos a nos socializar, nos misturamos com o que nos possa a ser interessante e nos adaptamos com padrões já pressupostos pela sociedade, cabendo a nós, a identificar, captar e entender somente com o olhar o que um indivíduo possa transmitir, apenas com um pequeno detalhe, a etiqueta presa a sua roupa.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
I Love My Nails
Gentemm, olha essas unhas que maravilha..
A moda ja tornou febre entre os fashionistas de Londres.. em SP nao conheço nenhum salão que faça com tanta perfeição. já no Rio tem, só não lembro...



Geme, pq é tudo fofa!!
NEON: LIQUIDAÇÃO DE INVERNO NEON
NEON: LIQUIDAÇÃO DE INVERNO NEON: "JULHO é o MES DA LIQUIDAÇAO DE INVERNO da NEON. Uma seleção com ótimos preços das peças da coleção 'Bichos', além de achados de outras es..."
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Ufa, depois de uma semana de moda, eu entro num colapso-consumista-incontrolavel...hora de renovar o guarda roupa?? aposento meu micro vestidinho nude? nananinanão!! Essa é a duvida de muitas pessoas, quando vem uma nova estação, abandona a "antiga".. não que você tenha que esperar por mais 10 anos, até que o apice do Nude volte, mas você ainda pode abusar do seu micro vestidinho nude, a solução é.. que tal incrementar o visual com acessórios da alta do verão, com uma sandália (ou rasteira) com amarrações, uma trança bem elaborada, e desfrutar de um final de tarde num lual, ou num barzinho mesmo! A intenção é desviar a atenção para os acessórios e os sapatos, e não usa lo em lugares que talvez você seja o centro das atenções!Então .. não vejo a hora que chegue o verão!
domingo, 18 de abril de 2010
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